A Dama Do Lotação

 

Dia "brabo". Estava voltando do trabalho e iria ter que pegar um ônibus para retornar para casa. Fico mais de uma hora no ponto esperando o "Baú", e fico sabendo pelas outras pessoas que havia greve, portanto apenas um ônibus fazia aquela linha. Que saco. Era só o que me faltava.
Passa-se uma meia-hora e aparece o ônibus completamente lotado. Ele pára e sobe eu e mais uns três sofredores e o ônibus parte não cabia mais ninguém.  Subi a escada do "busão" e entre pessoas que não tinha como passar na roleta acabei imprensando uma linda ninfeta na divisória e o ônibus prosseguia. As coisas começavam a melhorar.
Era uma linda morena, com os cabelos longos pretos cacheados molhados, em que eu os sentia tocando em meu rosto. Minhas pernas estavam entre as suas. Ela num abusado vestido transparente que mostrava toda a escultura de seu corpo, principalmente pela ausência de sutiã. Meu pau já duro imprensava sua barriga e minha perna sentia o volume dos pêlos de seu sexo.
Um sorriso maroto me desafiava e me fitava um pouco tímida, mas com olhar de desejo. Com o ônibus em movimento nestas ruas esburacadas acompanhadas com paradas bruscas, nossos corpos se relavam e se imprensavam numa excitante e envolvente dança. Sentia seus seios tocando em meu peito freqüentemente.  Seus mamilos deliciosamente duros e sedentos chegavam a saltar do vestido.
Numa ousadia incrível, passei a língua ao lado de seu rosto e mordisquei levemente sua bochecha. Vi seu corpo arrepiar. Como eu estava me equilibrando com uma mão segurando o apoio, com a outra eu pus em sua fina cintura e comecei a acariciar. Ela ia cedendo á minha ousadia
Nunca uma viagem de ônibus foi tão agradável e excitante. Com o passar do tempo as ia descendo e o ônibus esvaziando. A gata me avisou "irei descer no último ponto" e foi para frente. Dentro da "urna" eu vi minha casa passando. Eu vou chegar tarde hoje...Essa greve me atrasou...Desculpas prontas.
No último ponto desci e a moça me aguardava. Convidou-me para ir ate a sua casa e fomos conversando há uma distancia de quatro quarteirões. Ela me falou que fazia faculdade, estava voltando da academia e morava com uma amiga que estava viajando.
Mal tinha entrado em sua casa ela me lascou um molhado beijo em minha boca, onde sua língua parecia me sufocar. Nossos corpos estavam tão juntos que parecíamos uma só pessoa. Entre agarros e amassos ela me disse que nunca tinha ficado tão excitada assim e implorava que eu a fodesse.
A gata começou a abrir minha camisa com tanta força que chegou a arrancar alguns botões Ela mordia o meu peito e lambia meu suor enquanto suas mãos desesperadamente abriam a minha a calça. Assustou-se um pouco ao ver o tamanho de meu pau, mas abocanhou gostosamente. Sua língua percorria por toda a glande e tentava enfiá-lo todo em sua boa inutilmente, pois não chegava a entrar nem a metade e eu senti minha cabeça regaçando sua garganta. Chupava minha pica com uma sede tremenda e acariciava o tronco de minha tola com uma das mãos. Ia acelerando de uma forma incrível.  Depois passou a língua em toda a extensão de meu pênis, chupou gostosamente me saco, disse que queria me ver gozar e voltou a chupar minha pica com os olhos virados para cima querendo ver minhas expressões faciais de êxtase. Vendo-a me chupar maravilhosamente e olhando para mim, minha excitação foi a mil e tremi as pernas ao gozar abundantemente em sua boca, pela qual chegou a escorrer porra pela sua boca. Cuspiu
  o esperma no chão e me beijou rapidamente, sem chance de resistência.
A gata se virou de costa para mim, tirou o vestido e pediu para que eu relasse o pau em sua bunda, pois ela queria que isto tivesse acontecido no ônibus, mas não tinha condições. Esfreguei minha pica ainda dura em sua bundinha que rebolava freneticamente. Puxei seus cabelos para cima e notei uma tatuagem de uma cobra em seu pescoço. Beijei-a e comecei a morder o seu pescoço e com os dedos apertava as aréolas de seus seios, onde ela se contorcia e arrepiava intensamente. Com minha barba dura "por fazer", rocei com força em sua nuca e ela gemeu.  Com o queixo fui descendo por toda a extensão de sua coluna pela qual eu senti seu corpo quente todo arrepiado. Retirei a calcinha com os dentes e vi uma outra tatuagem. Desta vez era uma tribal que se escondia pela marca de sol do biquíni fio-dental.
Ela tinha uma bundinha lisa, torneada, cheirosa e macia. Mordia com uma fome louca sua bunda e passava a língua em todas suas coxas grossas. Coloquei-a sentada na beirada do sofá e abri bem as suas pernas. Apresentou-se uma linda boceta depilada como "bigodinho de Hitler". Comecei a beijar e mordiscar sua virilha, em seguida me deliciei naquela saborosa bocetinha. Passa a linha por toda a extensão de sua boceta, entre os pequenos e grandes lábios e em volta do clitóris sem encostá-lo. Introduzia a língua dentro se sua vagina e buscava a adentrar até ao ponto G do prazer. Ela gemia e sussurrava sons numa sinfonia de prazeres múltiplos. Sentia sua boceta toda encharcada de tesão de sabor delicioso e indecifrável. Em seqüência me dediquei em seu clitóris e o chupei gostosamente enquanto introduzia o dedo em sua apertada vagina. Ela virava os olhos de êxtase enquanto eu a chupava e introduzia o dedo num frenético vai-e-vem alucinante. Até que ela apertou minha cabeça entre suas pernas, acelerando a respiração.
Em seguida, ela me deitou no carpete e colocou xoxota na minha cara e abocanhou minha rola num maravilhoso 69. Eu lambia os grandes lábios, o períneo e o seu cu. A gata engolia meu pênis, lambia minhas bolas e transmitia indecifráveis sons.
Estava num tesão que senti que iria gozar novamente. Segurei o gozo, a virei e coloquei a glande no local exato e fui introduzindo naquela bocetinha lentamente, até que ela pôs as mãos na minha bunda e empurrou fazendo que nossos pentelhos se encontrassem e meu pau introduzido ao máximo dentro da gata. Ela implorava "me fode gostoso...acaba comigo...me regaça..." atendendo aos seus apelos eu dava violentíssimas estocadas e mordia os seios.
Com o pau dentro, ela se virou por cima de mim e começou a cavalgar em cima de meu pau desesperadamente. Percebia que ela adorava uma pica, rebolava gostosamente, e via seus olhos virando de prazer, enquanto eu, sacanamente enfiava um dedo em seu apertadíssimo cuzinho.
A virei de quatro e comi gostosamente por trás. Eu chegava a ficar parado e ela que vinha de ré numa violência fantástica, em que a bunda dela batia em meu quadril. Nisso eu enfia novamente o dedo, em seu já quase relaxado ânus, ocorrendo um frenético DP (dupla penetração).
Cuspi no seu cu e com o pau lubrificado de fluídos vaginais, fui coloca dentro de seu rosado cuzinho sem avisar. Ela sentindo meu pau desbravar seu ânus gritou: "Vai seu puto, come o cu de sua putinha". Forcei e meu pau sumiu dentro dela.  Estava estraçalhando seu rabo e ela compensava a gratificante dor se masturbando e eu acariciando seus mamilos já todos castigados.
O suor descia sobre o meu peito enquanto eu a fodia e não resisti e gozei novamente abundantemente dentro de seu rabo. Ela se virou, me deu um ardente e demorado beijo e caímos desfalecidos sobre o carpete da sala.
Descansamos e ela preparou um "rango". Rimos muito, demos outra trepada sem medo de congestão. Ela me deu  numero de seu telefone e me ofereceu sua amiga. Era uma gata pelo que vi nas fotos e combinamos uma trepada os três. É esperar e conferir.
Mulheres e casais que querem sexo com aventura:me escrevam!! Moreno, 175m, 75kg, 31 anos, adepto incontesto do uso de preservativos

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