
Eu tinha 13 anos
Eu tinha uns 13 anos, um garoto muito atraente, e tinha uma tia com seus vinte e pouquinhos anos. Ela era de matar de gostosa. Era loira, 1:68, olhos azuis, as coxas possantes, o pé mais delicado do mundo, a cintura larga, a pele dourada, a bunda mais cheia e rechonchuda do mundo, os peitos parecendo a pequenas maças...um estouro de tesão! Naturalmente eu a olhava com tesão e vivia tentando pegá-la atrás da fresta de uma janela, de uma fechadura, quando ela punha aqueles shortinhos mostrando suas delicadas formas e um pedacinho apenas daquela possante bunda. Na maioria das vezes eu era infeliz. Num determinado fim de ano, fomos passar o Natal na casa de minha avó, onde minha tia morava. Para variar lá estava ela, com aqueles shortinhos provocadores, mostrando suas possantes coxas e bunda. Logo que cheguei já estava enlouquecido para começar a aprecia-la. Mas, como, tinha muito medo da exposição perante outros parentes meus, após o almoço inventei uma tal de uma indisposição apenas para deitar num quarto que possuía janela voltada exatamente para o canto onde minhas tias todas (ela e mais outras) ficavam conversando; desta forma eu poderia ficar olhando o corpo de minha tia pela veneziana e talvez ter sorte de até bater uma punheta. Ninguém estranhou minha atitude uma vez que havíamos passado a noite em claro. Contudo, para minha total surpresa, quando eu estava no quarto me preparando para dar uma espiadinha pela janela, a minha tia ingressa no quarto, vestida somente de camisola, daquelas tipo “mini-saia”, de tecido transparente e apenas de calcinha por debaixo. Delicadamente ela me perguntou se podia dividir a cama de casal (de minha avó), pois estava indisposta também... Gelei da cabeça aos pés e estremecia ao olhá-la desfilando daquela forma na minha frente, com aquele corpo monumental, as coxas e a bunda finalmente diante de meus olhos, os cabelos soltos, bem lisos e penteados...Puta-que-pariu que tesão! Ela se deitou de meu lado, virou-se de lado contra mim, se cobriu e ficou quieta. Eu nem acreditava. Através da luz suave que entrava pela veneziana da quarto eu podia ver a silhueta dela por debaixo do cobertor que estava usando. Seu quadril era verdadeira montanha em relação às demais partes de seu corpo, sua bunda era inacreditável. Meu pau dava socos dentro do shorts. Eu fiquei quieto um tempão apenas observando e sem saber o que fazia. Mas, fui ficando cada vez mais louco e não me contive: achando que ela podia já estar dormindo, fui puxando lentamente o cobertor. Cada centímetro que eu ia deixando seu corpo descoberto representava um centímetro de meu pau piscando endurecido. Fui vendo aparecer seus pés, a batata de sua perna, sua perna inteirinha e, finalmente, já passava todo o cobertor pela cintura, deixando sua bunda descoberta, coberta apenas pelo delicado tecido de sua camisola e uma calcinha daquelas bem diminutas. Sua bunda finalmente em minhas mãos. Quando dei por mim eu já estava passando meu pau duro como aço naquela bunda fenomenal e – pasme – tentando penetra-la encima da calcinha. Ela parecia ainda estar dormindo (hoje tenho certeza que ela estava bem acordada...). Quando eu já estava completamente alucinado “tarando” pelas costas aquela boazuda dormindo, subitamente...
Essa é uma história real. Mande-me um e-mail que conto o final da história e muitas outras mais, relativas às minhas loucas histórias de tesão. Sou de Santa Catarina e quero me corresponder com você, mulher, que já teve sua história com seu irmão, sobrinho ou aquela história que enlouquece de tesão e pode doer ainda mais na consciência. Escreva-me que te ensino como acabar com a dor na consciência.