
MEU SOBRINHO , MEU PECADO
O que passarei a relatar a seguir ocorreu há bem pouco
tempo, menos de seis meses. Ainda vivo sob a tensão dos fatos, pelos quais
jamais imaginei passar.
Tomei a iniciativa de falar sobre o que aconteceu, aqui nesta página, depois de
ler a experiência vivida por um rapaz que se denominou James e suas tias Sônia e
Elisa. Fiquei muito impressionada com o que li e como as coisas que aconteceram
comigo foram bastante semelhantes cheguei a remeter-lhe uma mensagem, para que
pudesse conversar, com ele ou com suas tias, a respeito de nossa situação, mas
não obtive resposta, infelizmente.
De qualquer maneira, haver tomado conhecimento do que aconteceu entre eles me
fez bem pois, além de me encorajar a contar o que passei, me mostrou que não sou
a única pessoa a cometer o que considero um erro, e o que me faz sentir-me uma
mulher bastante confusa.
Meu nome é Magda, tenho 43 anos, advogada. Jamais, em meus 21 anos de casada
havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria,
recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver
me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e
vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas
minha irmã mais velha, Joyce, residente em Canoas, cidade vizinha a Porto
Alegre, onde moro. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos,
Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atrás, cerca de
seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa
dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com
dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André,
meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou
convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite,
não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a
peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a
conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha
conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe
permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e
mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez
desmaiar de surpresa e susto:
- Não me sinto mais adolescente, tia Magda. A única coisa que me ata a
adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia.
Fiquei perplexa:
- Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino...
- Fantasia sexual, tia Magda...
E passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas.
Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei
naquela situação.
Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações
mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim.
- Varias vezes, tia Magda, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos
acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali..
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da
cidade de Porto Alegre há um bairro industrial, passagem obrigatória para quem
vem de Canoas. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas.
Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o
momento falou:
- Tia Magda, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que
não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um
minuto e conversar sobre isso.
- Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que
esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos
tudo que falamos. Certo?
- Certo, Tia Magda. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me
liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim,
principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para
enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo.
- Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo
destas ruas escuras e desertas.
- O tudo não é muito, tia Magda. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle
(minha filha), nem a Dihoga (prima dele, filha de minha outra irmã) que são
gurias da minha idade, nem nenhuma outra guria da minha idade me desperta os
desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia Magda, mas tenho que
dizer: tudo em ti me dá um "tesão" incontrolável... tuas pernas, teus seios, tua
boca...
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o
olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa:
- A tua boca, tia Magda... mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca.
Mil vezes senti teus lábios beijando meu peito....tua língua molhando.....meu
pescoço....minha barriga...meu...
- André....murmurei...
- Mil vezes, tia Magda, no silêncio do meu quarto beijei teus seios... mil
vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas,
tuas nádegas. Mil vezes, tia Magda, gozei demoradamente sentindo tuas mãos
tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava... Mil
vezes, Tia Magda, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te
imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda,
chupadora de pica. "Tia, me chupa", muitas vezes murmurei baixinho, sob as
minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas
abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi
dizer "me fode, André... me fode cachorrinho da tia...".
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um
estranho pedido:
- fala isso, tia... fala assim... para eu guardar o som das tuas palavras e
usa-lo nas minhas noites de fantasia.
- O que você quer que eu fale, André?
- Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando... pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido.
Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz,
procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente,
falei:
- Me fode, André... me fode cachorrinho da tia... .
Seus olhos brilharam...faiscaram e disse:
- Como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete,
tia... repete, por favor...". "... me fode, André... me fode cachorrinho da
tia..", repeti
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei
no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos.
Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma
coisa que confirmou minha impressão anterior:
- Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe
falei. São coisas da natureza humana, do sexo.
Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamente, com a maneira que
tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou:
- Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia
acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por
isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também
me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios,
as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos... tudo no teu corpo que pode ser
instrumento de sexo e prazer.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela
maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e
cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e
passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma sinaleira, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que
iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa
rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada.
Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se
encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era...
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi
eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar:
- É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar
mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora
não sabe, pois obtive sem teu conhecimento... Fiz uma cara de curiosa... "... é
a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas
vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e... a tua
bunda... A Segunda a senhora me deu hoje... o som. Guardarei gravadas no meu
pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o
tato...
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei:
- Como assim, André?... ao que ele respondeu:
- Eu queria te tocar... para juntar a textura da tua pele ao som das tuas
palavras e à visão do teu corpo...
Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei. Ele retornou e tomou o
caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou
três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a
luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do
seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio,
disse:
- Tia Magda, hoje é o dia mais feliz da minha vida...
Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo:
- Então entenda minha situação e seja rápido.
Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em
meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha,
tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe...não
sabia o que pensar daquela situação...procurava explicar para mim mesma porque
permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de
meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o
vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da
mão no bico do meu seio e perguntou:
- Posso ?
Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a
acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio,
que é bastante volumoso.
Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me:
- Doeu, tia?
- Não... respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele
ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio:
- Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher
de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a
Dihoga, ou meninas na idade delas.
- Porque?
- Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de
uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois
anos.
- Tia, teu seio parece de uma mocinha...
Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a
acariciar ambos os seios ao mesmo tempo.
Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou:
- Tia, deixa eu beijar a tua boca?
Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que
jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um
segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que
pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios,
meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância,
mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava
meus seios... Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse.
Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou:
- tia...eu não acredito que mereci tudo isso...
- Vamos..., pedi.
- Só um segundo mais, tia Magda... deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e
nas coxas?
- Rápido, André... Já faz quase uma hora que saímos da tua casa...
- O tio não sabe que horas nós saímos de lá...
- Mas a Joyce sabe...
- Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa
que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora.
Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele:
- André, isso que você falou, "ficar de amasso comigo", me fez sentir uma coisa
engraçada... me sinto uma adolescente.
Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé,
meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha
coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior
da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta
do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve
abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela
carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se
surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado
de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era
enorme. Estava totalmente encharcada.
André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a
lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou,
completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha
do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou:
- Tia Magda, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim?
- Claro, André...
- Vamos para um motel, tia?
- Não, André... isso não....
- Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar?
- Eu to tendo prazer, André....faz um pouquinho mais e vamos embora... estamos
demorando muito...
- Então me diz que a senhora quer um pouco mais...que tá gostando.... que tá
bom...
- Eu já falei, André....faz um pouquinho mais.... depois vamos...
Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha
calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente
minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de
mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras
manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a
loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte.
- Aaaiii, André... tu vai me matar.... Andrééé... tu vai me levar à loucura...
Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e,
aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus
seios e na boca...
- Não me marca, André... não chupa com muita força minhas tetas..".
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que,
despudoradamente falei:
- Forte, André... mais forte...com a mão....na buceta, André...forte na buceta...
mais fundo, André.... eu vou ter orgasmo, André.... faz assim na tia.... aaiii....Aaanndréé....mais...mais
forte... ai, meu filho adorado... meu amado... que a Joyce nos perdoe... que o
Sérgio me perdoe... forte...forte... esfrega, André... na buceta.... aaii... a
buceta... ai... é gostoso... ai... assim... faz.... aaaiiii, André.... Giselle,
minha filha.... me perdoa... a mãe enlouqueceu... teu primo me enlouqueceu....
aii, André... me faz ter prazer... me dá prazer... eu quero ter prazer.... faz a
tia gozar.... faz a tia gozar...meu filho querido...aiiiii.....Andrééé...
agooraaa....
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero.
- André, olha só a sujeira.....vamos num postos limpar isso aqui...
- Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha...quando já estará seco. Se
ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri.
- Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim....
pode ficar o cheiro.
- Tia Magda, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai
notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha
transado com ela do que com a senhora.
- Fico preocupada.
Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele
atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se
não merecia um carinho igual ao que me havia feito.
Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos
meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou:
- agarra, tia..."
Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como
se o estivesse masturbando. Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me
havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um
mastro ereto, a glande rosada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e
sangue.
- André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que
não fosse o do seu tio
Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir:
- não André... isso não...
Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto
se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo
com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios.
Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei
aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que
demonstrou toda sua excitação:
- Puta que pariu ! Que tesão, tia... não pára... por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de
minha boca e falou:
- Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais
impossível.... do meu desejo mais louco... eu queria por em prática tudo o que
imaginava quando me masturbava pensando na senhora.
- Que mais tu queres além disso, André ?
- Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer
Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia
permitido ele ainda tinha respeito por mim.
- Fala, André...pode falar...
Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele
momento:
- Então engole essa pica, puta sem vergonha.
- Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária.
- Cadela, chupadora de pica.
Senti seu gozo próximo.
- tu vais gozar na minha boca, André?
- Vou, tia... ou a senhora quer outra coisa...
Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar:
- Diz alguma coisa, tia Magda...
A frase estava pronta... ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas
balbuciei:
- me fode, André... me fode cachorrinho da tia...".
- Não brinca, tia...diz uma coisa que a senhora quer mesmo...
- Me fode, André... me fode, cachorrinho da tia...
- Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade.
- Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André... me
fode, cachorrinho da tia... Estou falando de verdade...
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco
reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as
pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu
marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do
homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas
fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que
sentíamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de
sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas
fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos
foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro:
- huunnrrr... tia...eu to gozando...
- "Goza, André...goza tudo dentro da tia.... não pára.. não pára...
mais...forte...
Senti sua ejaculação dentro de mim. Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele
recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse
a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha
sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas...mas agora era tarde para pensar em
como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais.
- André... nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20
minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem
de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel
e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um
orgasmo pecador. É certo, como disse no início, que meus sentimentos com relação
ao que aconteceu são confusos e as vezes desconfortáveis O medo de ser
descoberta, o arrependimento, a culpa, a vergonha, as vezes pesam sobre mim. Mas
é certo, também, que conheci sensações que jamais imaginei existirem. A luxuria,
a volúpia e a libidinagem que caracterizam esse inusitado relacionamento entre
tia e sobrinho fugiram ao meu controle porque foram momentos de grande lascívia
e sensualidade, que me propiciaram como disse antes, orgasmos profundos e
demorados, cheios de gozo e prazer.
Sei que não há justificativa para o que fiz, mas é como explico a mim mesma o
que levou uma esposa fiel, uma mãe dedicada, uma senhora honrada e séria, a
adotar o comportamento de prostituta devassa, despudorada e permissiva.
Naquela noite quase não dormi, ciente de que havia cometido o mais grave erro da
minha vida. Nos dias que se seguiram, tentei de todas as formas explicar e
justificar a mim mesma o que havia ocorrido. Procurei motivos em todos os
ângulos do comportamento humano, na tentativa de aliviar a vergonha e o
arrependimento que me dominavam.
Concluí que o fato de eu jamais haver tido qualquer relação sexual fora do
casamento e ser, portanto, totalmente inexperiente, havia sido o fator decisivo.
Meu marido fora o único homem com quem eu havia transado em meus 42 anos de vida
e isso, seguramente, havia guardado inconscientemente em mim curiosidades que eu
não sabia ter, mas que instigadas se mostraram incontroláveis.
Convivia com a situação de forma muito desconfortável. O pior de tudo para mim
era ter que guardar o segredo comigo. A impossibilidade falar com alguém, contar
o que houve, dividir o sigilo, me fazia a única pessoa incumbida de suportar o
peso do acontecido. O fantasma era só meu... só aparecia para mim.
Até que quatro ou cinco dias depois do ocorrido, num final de tarde, eu estava
me preparando para deixar o escritório quando a secretária anunciou uma chamada
telefônica a cobrar. Autorizei o recebimento, ela passou a ligação para minha
sala e ao atender logo reconheci a voz. Era ele... André, meu sobrinho:
- Tia Magda, desculpa ligar a cobrar... mas queria saber como a senhora está...
e não quis ligar lá de casa...
- Tudo bem, André... obrigada por se preocupar... estou bem... apesar de tudo
estou bem...
- Eu queria saber se a senhora vai ficar um pouco mais no escritório ? queria
passar ai para falar sobre o que aconteceu...também não estou me sentindo legal.
Acho que lhe fez mal... acho que lhe fiz um mal...
- É melhor não mexer mais nisso, André. O que houve entre nós, por mais louco
que tenha sido, não pode ser mudado... já foi feito. Vamos esquecer e continuar
normalmente como sempre vivemos. Apenas lhe peço que jamais comente com alguém
sobre isso. Você é inteligente e sabe que seria uma desgraça para mim se a Joyce
ou o Sérgio soubessem o que fizemos. Por isso repito o que lhe disse naquele
dia: " se foi bom para você, como você mesmo disse aquele dia, me preserve..." é
a única coisa que posso lhe pedir, depois de tudo que aconteceu, me preserve.
- Eu sei, tia... quanto a isso não precisa se preocupar. O mínimo que poço fazer
pra mostrar o quanto valeu para mim tudo aquilo é guardar sigilo e não te
comprometer. Não te preocupa, tia... ninguém vai saber nada pela minha boca. Vou
guardar tudo comigo... pela senhora, pelo tio Sérgio, pela Giselle, que eu gosto
muito deles também. Sei o que significaria se eles descobrissem. E pela mãe,
também... ela ia ficar louca se soubesse.
Ouvindo aquelas palavras tive uma sensação de alívio. Senti sua sinceridade e a
garantia de que tudo ficaria entre nós e as conseqüências do episódio não
passariam da minha vergonha e do meu arrependimento.
- Confio em você, André..
- Pode confiar, tia Magda... não quero lhe prejudicar... a senhora sabe disso. A
senhora sabe que gosto muito de ti... aliás, tudo que aconteceu foi porque eu
gosto da senhora... gosto como pessoa...gosto como tia... e gosto como mulher...
por isso queria que a senhora aceitasse uma coisa... pra ver como eu lhe quero
bem e lhe respeito...
- Deixa assim, André... não precisa nada... a única coisa que quero de você é
que ponha uma pedra em cima...
- Tia...eu só quero lhe entregar uma coisa... aceite..
- O que é, André?
- Se eu disser perde o valor... me espere ai, que estou chegando... eu estou
perto do escritório... chego em dez minutos.
Já era mais de 6:30 da tarde; a secretária, que em meio a conversa havia pedido
licença para ir embora, já havia se retirado, e acabei concordando:
- Tá, mas não demora...
Em menos de dez minutos o interfone tocou...era ele... eu mesma abri a porta de
baixo... logo as batidas leves na porta do escritório... Ao abri-la não pude
conter minha surpresa e espanto... trazia um enorme ramalhete de rosas
vermelhas, exatamente uma dúzia pude ver depois. No cartão estava escrito algo
que não entendi no momento: "Para as três mulheres mais lindas da minha vida,
com carinho, do André.".
Confesso que fiquei confusa, sem saber o que dizer, onde colocar as flores...
Agradeci, meio sem jeito e fiz alguns elogios à maneira de ser dele. Disse que
apesar de tudo que havia acontecido, as coisas não me pareciam tão graves quanto
eram porque ele havia assumido uma postura respeitadora e compreensiva com
relação a minha condição de tia e mulher casada. Disse-lhe, ainda, que me sentia
tranqüila quanto ao fato de ele manter segredo sobre tudo e que, felizmente,
esse erro gravíssimo que eu havia cometido fora com uma pessoa de bom caráter,
que não se prevaleceria da minha situação.
- Bem, André... fico mais calma ao ver que apesar do erro que cometi ao permitir
tudo aquilo, as coisas não tiveram conseqüências maiores. Devo isso a ti, que
compreendeu como eu iria me prejudicar se alguém viesse a saber.
- Como lhe disse ao telefone, tia, o mínimo que eu deveria e devo fazer é
respeitar sua privacidade.
- Te agradeço. Tenho consciência que a culpa de tudo foi minha. Você investiu em
uma fantasia de adolescente. Eu é que devia ter sido madura e não ter permitido
o desdobramento que as coisas tiveram.
Na parte anterior deste relato eu já havia feito menção de que apesar de jovem
André era maduro e muito inteligente. Novamente disse algo que me chamou atenção
pelo nível cultural:
- Entendo o que quer dizer, tia... mas na hora, pela sedução, pelo erotismo do
momento, foi difícil controlar os instintos.
É incrível como e destino espera oportunidades para traçar seus caminhos. A
conversa já estava se encerrando, quando fiz um comentário, tentando justificar
meu erro, que mudou o rumo das coisas:
- Esse é o único argumento que tenho para diminuir minha culpa, André. O apelo
do erotismo, da sedução, do sexo em fim, naqueles momentos de sensualidade. O
sexo é uma coisa muito forte, as vezes desorientadora. É impossível negar que
mesmo sendo um comportamento totalmente reprovável para uma mulher casada,
aquela situação, aquelas carícias, aquele coito proibido e rápido foram capazes
de me fazer sentir um prazer enorme, conhecer um gozo intenso. Do ponto de vista
moral foi uma coisa horrível para mim, André... mas vendo pelo lado sexual foi
extremamente prazeroso.
- Ficou com um gostinho de "quero mais", tia ?
- Não sei o que dizer, André...
- Tia... se para a senhora, que tem a barreira do parentesco, do casamento, do
meu tio, da minha prima, ainda ficou esse gostinho de "quero mais"... imagine
comigo o que acontece... imagine como eu sinto essa situação.
- Fale... quero saber tua versão...
Sua resposta foi clara e objetiva:
- Para mim, tia Magda, só existe tesão... Não insisto em continuar trepando com
a senhora porque não quero forçar nada, mas meu desejo era estar, agora,
repetindo tudo que fizemos naquele dia, dentro do carro.
Naquele momento vi em seus olhos o mesmo brilho com que me olhara no carro
enquanto ouvia de mim as palavras obscenas que pediu para eu falar.
- Tia... a senhora entendeu porque escrevi no cartão que aquelas rosas são para
as três mulheres mais lindas da minha vida ?
- Talvez tenha entendido, André... mas diga você o que significa.
- Significa que além da tia que eu respeito e quero bem, outras duas pessoas
dentro de ti, tia Magda.
- Você está enganado, André. A única pessoa que existe em mim é uma mulher de 43
anos, 26 anos mais velha que você, sua tia... que jamais poderia Ter permitido
que acontecessem as coisas que aconteceram.
- Não, tia Magda. Além da minha tia, que sempre me tratou com carinho, existe
uma namorada e uma amante. É isso que te sinto: minha tia... minha namorada...
minha amante...
Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer e ele continuou:
- A minha tia é a mulher de 43 anos, 26 anos mais velha que eu, casada, que
sempre se portou como uma senhora, proibida para meu desejo... mas além dela
existem outras duas. Uma que se portou como adolescente e concordou em trepar
comigo no carro, como uma menina e seu namorado. A menina que fez minha tia
virar minha namorada e realizar as fantasias que eu sempre tive.
Eu ouvia, impressionada com a maneira dele falar...
- E a outra, tia... a outra é a melhor de todas... é a minha amante. A mulher
madura, que esqueceu o marido e o sobrinho e me presenteou com o que tem de
melhor... a puta que há dentro dela.
Aquelas palavras haviam despertado em mim o mesmo sentimento da noite em que
ficamos no carro.
- ... André... onde isso vai parar ???
- Por mim, tia Magda, não vai parar. Vai recomeçar agora...
- André... que loucura, meu filho...
Sentindo que eu não teria forças para evitar, ele se aproximou, me abraçou...
seus lábios tocaram suavemente meus lábios.... sua língua penetrou em minha
boca, tocando a minha e suas mãos, como se eu fosse uma permissiva, levantaram
meu vestido e seguraram fortemente minhas nádegas. Rapidamente, ele baixou minha
calcinha e tocou, acariciando minha vulva e meu anus. Fazendo uma suave massagem
em minha vagina, perguntou:
- Tá gostoso, tia ? Tu queres ? queres um carinho na xota ?
- Sim, André... eu quero... tá gostoso, muito gostoso...
Colocando minha mão dentro de sua bermuda, fez agarrar seu pênis que, igual a
outra noite no carro estava duro, quente e latejante. Instintivamente segurei e
fiz o mesmo movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando. Ele soltou
um breve gemido de prazer, e procurando despertar erotismo no momento, entre
irônico e sensual falou:
- E o meu pau, tia... também queres? Também queres minha pica dura?
Era tarde para retornar.
- Sim, André... também quero...
- Que chupa no meu pau, tia? Que mamá na minha pica?
Ante meu silêncio ele insistiu:
- Diz, tia... diz pra que, que tu que meu pau... diz o que tu vai fazer com
minha pica... fala, tia.. eu quero ouvi da tua boca como é que tu vai usar o meu
pau...
Senti que estava Completamente fora de mim. Não poderia ser eu a pessoa que
respondeu a ele:
- Eu quero chupar, André... quero chupar teu pau... mamar na tua pica, mimoso da
tia... quero ele dentro de mim...fundo...bem no fundo...
- No fundo de que, tia ???
- Da minha buceta... quero ele dentro de mim...me fode como a outra vez... Mete,
André... mete na buceta da tia... mete... fode a tia...fode, meu cachorrinho...
vem.... rápido... mete tudo... Quero esse pau todo dentro de mim.... quero essa
pica na minha buceta....forte... André.... forte, cachorrinho da tia...
- Não, tia... ainda não... quero te dar um presente antes. Talvez tu nunca tenha
ganho isso.
Um pouco nervoso, ele baixou meu vestido e minha calcinha, deixando-me apenas de
camisa e prazer. Me fez sentar em minha mesa de trabalho... deitei-me, com as
pernas sobre seus ombros, e recebi o toque mais impressionante de toda minha
vida: com a língua áspera e úmida, ele iniciou uma sessão de lambidas na parte
interior de minhas coxas e a cada vez mais se aproximando de minha vagina
causava-me uma alucinante sensação de prazer.
Suas mãos apenas separavam minhas pernas uma da outra. Apenas sua língua e sua
respiração me faziam delirar e desejar que logo chegassem em minha xoxota.
- Hhhoooiiii...André... isso é demais... faz logo... faz em mim....
Sem retirar o rosto do meio de minhas pernas, perguntou:
- Faz o que, tia ? o que tu que ?
- Passa nela, André... passa a língua nela...
- Nela quem, tia...
Ele estava querendo derrubar todas as minhas barreiras. E eu estava querendo
vê-las derrubadas:
- Na minha buceta, André... passa a língua na minha buceta...chupa a minha
buceta, chupa a buceta da tia, meu cachorrinho...
Quando ele tocou meus lábios vaginais com a língua senti que a última gota de
moralidade e respeito por mim mesma estavam me abandonando. Iniciando um
movimento que acompanhava suas lambida, também passei e proferir palavrões e
realizar pedidos obscenos que oficializaram toda a nossa libidinagem e
depravação...
- Haaiii, meu gurizinho mimoso, que coisa boa...que coisa maravilhosa tu estas
fazendo na tia... faz mais...lambe mais....chupa mais... chupa tua puta, meu
amorzinho...chupa essa tia vagabunda que te adora... namora com a tua tiazinha...
fode a tiazinha... hhhaaaiii...cachorrinho da tia....como é bom...como é bom ser
chupada....meu amorzinho...
Ficou por vários minutos me fazendo a mais excitante carícia que eu jamais havia
recebido. Sua língua percorria minhas coxas, minhas nádegas, e tornava-se mais
agressivamente grudenta quando passava vagarosamente por meus lábios vaginais.
Alternância de beijinhos e lambidas com pequenos gemidos e palavras libidinosas
me excitava muito. Mas não era apenas o toque; a cena que protagonizávamos
também me sugeria grande prazer físico. Era o cúmulo da permissividade. Ver-me
ali, em meu próprio escritório, nua da cintura para baixo, deitada sobre minha
mesa, pernas abertas, abrigando seu rosto entre minhas coxas, causaram-me uma
alucinante sensação de luxúria. Eu estava completamente dominada pelo clima de
erotismo do momento.
Curiosa, levantei-me, apoiada nos cotovelos, fiquei quase sentada na mesa, e
assim pude olhar seu desempenho. Sem parar com os afagos, ele também me
olhava... sua língua roçava freneticamente meu clitóris e seus olhos enviavam
aos meus faíscas de satisfação. Repentinamente, afastou-se de mim e livrando-se
da bermuda que vestia deixou à mostra seu membro, que como em todas as vezes que
vi ou toquei estava duro, vermelho, quente e latejante. Sem tirar os olhos dos
meus, ele passou a se acariciar, com o conhecido movimento de vai-e-vem da
masturbação. Entre as mãos, seu membro parecia ainda mais volumoso. As veias
ondulosas e saltadas deixavam transparecer toda sua excitação e a glande,
vermelha e lustrosa, se oferecia máscula, viril, como objeto de penetração e
volúpia. Aquela imagem grotesca de um pênis ereto derrubou todas as minhas
barreiras; eu desejava demais ter aquele mastro dentro de mim.
- André...venha... vamos fazer rápido... já está noite, preciso ir....
- Só um pouquinho, tia... quero fazer uma coisa pra ver se a senhora gosta....
- Claro que vou gostar, amado...tudo que tu fazes a tia adora...
Eu não sabia que iria experimentar a sensação mais louca de minha existência.
Fazendo-me deitar novamente sobre a mesa, abriu delicadamente minhas pernas e
reiniciou as carícias - beijos e lambidas - nas minhas coxas, na minha vagina e
quando eu menos esperava, arrastando a viscosidade de sua saliva misturada com
meu líquido vaginal, tocou com a língua em meu ânus e parecendo estar beijando
uma boca, sugou o orifício anal, lubrificando-o com a secreção salivar e como se
quisesse penetra-lo com a língua, fustigava por todo o anel.
Durante alguns minutos ele prosseguiu com aquela desconhecida forma de me
enlouquecer. Eu estava descontrolada. Jamais havia sentido aquela sensação de
prazer, que como uma onda invadiu meu corpo.
Uma torrente tomou conta de minhas entranhas e após alguns instantes, desejei
ser penetrada. Semente a invasão de um pênis poderia aplacar minha excitação
extrema...
- Vem, André... eu não agüento mais de vontade... vem...
- Sabia que tu ia gosta, putona...
A mudança na sua forma de falar me excitou mais ainda.
- Como não iria gostar, seu safado... é a coisa mais gostosa e louca que já
provei...
- Então deixa eu fazer mais um pouquinho... deixa eu chupar um pouquinho mais
essa bucetinha... lambe esse cuzinho, as coxinha...de novo...
- ... André....vem logo, amado... a tia tá louca de vontade... vem... a gente
não pode demorar muito... já está tarde... vem, faz gostoso pra mim... vem...
- Então pede daquele jeito que eu imaginava quando ainda não tinha te comido...
Quase perguntei como era, mas eu estava bem lembrada... jamais esqueci aquela
frase desde o dia em que a pronunciei pela primeira vez, dentro do carro:
- Vem, André... me fode... Me fode, cachorrinho da tia...
Seus olhos faiscaram... puxando-me mais para a beira da mesa, segurou seu
membro, ainda fazendo o movimento de vai-e-vem da masturbação, apontou-o em
direção a mim e após roçar delicadamente em meu clitóris, com uma estocada
decidida e firme, penetrou-me de uma só vez até o fim. Varando minha vagina,
rasgando minhas entranhas, senti aquela vara quente e dura, inteira, dentro de
mim. Não pude conter minha libido. Passei a mexer e falar como uma prostituta,
completamente dominada pelo erotismo do momento:
- hhaaaiiii....André.... assim... assim....mais for-te....mais forte... hhooiii...
loucura... loucura... me faz... me faz sentir tudo dentro... hhhoooiiiinn...
- Isso, tia... mexe... mexe e fala... mexe e fala como puta pra mim... agora tu
é uma puta... agora tu é a minha namoradinha que quer trepar.. que quer ser
fodida... é isso? é isso?
- É, André... é isso... não sei se tô ficando louca, meu filho, mas é isso que
eu quero... quero transar.... quero foder... assiiimmm.... fundo... forte... que
gostoso... que coisa gostosa trepar... me fode... me fode mais...
E passei a me movimentar descompassadamente e falar ininterruptamente. Falar
coisas obscenas, palavrões, coisas que jamais imaginei. Nunca pensei que pudesse
me liberar daquela maneira.
- Aahhii... que coisa boa... que pau maravilhoso... me faz sentir esse pau
dentro de mim... dentro da buceta da tia... da tua tia, tua namorada... tua
puta... Eu quero vibrar com essa pica em mim, André... hhaauunnn... que
loucura... pau gostoso... aaii... como é bom ser puta... como é bom ser
vagabunda..
- Tia, a senhora tá ficando no ponto. Assumida... puta assumida e muito puta.
- Pra ti, André... bem puta pra ti... bem vagabunda pra ti..
- Se eu soubesse que a senhora é tão puta assim tinha te procurado antes... a
gente podia tá metendo há muito mais tempo... daqui pra frente vai ser sempre
assim...muita putaria entre nós...
Daí em diante nada mais deteve toda aquela volúpia. Mesmo sabendo que os minutos
passavam, e que a noite caia eu não conseguia me desvencilhar daquela festa de
sexo e prazer. Ele havia adivinhado; eu estava assumindo minha condição de
libertina, putana. Estava, conscientemente, gostando daquela libidinagem.
Querendo, desejando tudo aquilo, vibrando intensamente com aquela safadeza.
Completamente invadida, dominada e envolvida, aderi ao jogo de gestos e palavras
que compunham aquilo que ele seguidamente repetia:
- que trepada do caralho, tia... que foda... mexe... mexe, pra eu mete tudo...
atolo meu pau nessa buceta tesuda... vamos, tia... mexe... mexe puta,
vagabunda...
- vai, André... agora eu quero... agora eu quero teu pau... tua pica... quero
foder... quero trepar... quero sentir essa tora no fundo da minha xoxota...
quero ser tua puta... tua vagabunda... tua tiazinha puta e vagabunda...
- puta que pariu, que tesão tiazinha... gostosa, tesuda...
- gostoso, tesudo...
- eu vou te foder bastante...
- me fode, me fode muito...
- ...bucetuda...
- picudo...
Enquanto mantínhamos esse diálogo, num vai-e-vem alucinante, seu pênis entrava e
saia quase com violência de minha vagina completamente lavada em lubrificante
vaginal. A cada estocada meus gemidos denunciavam o gozo próximo; o gozo que não
demorou a acontecer. De repente, um calor enorme tomou conta de meu corpo, com
minhas pernas puxei-o para junto de mim e falei, ofegantemente:
- não agüento, André... não agüento mais...quero gozar... quero gozar...
Aumentando a força e a velocidade das estocadas, seu mastro violentou minhas
entranhas e desencadeou uma torrente de gozo e prazer. Gozei demoradamente, meu
orgasmo misturado ao esperma dele formaram um jorro de que inundou minhas
pernas.
Aquele cheiro de sexo aumentou nosso instinto animal. Após gozarmos
intensamente, ele desintroduzi o pênis de mim, completamente melecado por nosso
prazer e num gesto de depravação e despudor ofereceu-o a mim:
- Tia Magda, chupa aqui... chupa o restinho de porra que ainda tem... lambe a
minha porra misturada com a tua... bebe, tia... bebe puta, vagabunda...
Aquele oral, me causava uma sensação de prazer e nojo. Nojo porque jamais
imaginei colocar na boca e chupar um pênis encharcado de esperma, gozo e suor;
prazer porque aquele gesto significava minha entrega total aos prazeres do sexo.
O que até aquele dia era um deslize condenável estava começando a ser um caminho
sem volta. Eu havia me tornado amante de meu próprio sobrinho, como os próximos
encontros iriam comprovar. Sabia que havia dado um passo enorme na minha
degradação moral. Tinha consciência de que havia autorizado que ele se sentisse
totalmente a vontade para levar adiante aquele relacionamento totalmente louco.
Fiquei vários minutos recolhendo e devolvendo o que havia ficado se sua
ejaculação em minha boca até que, em um último gesto, coloquei-o todo em minha
boca, e suguei de forma intensa, como querendo limpá-lo e engoli vagarosamente,
olhando em seus olhos, que aprovavam minha licenciosidade.
Nos vestimos. Ainda estava claro, mas quando olhei no relógio me dei conta de
que estávamos no horário de verão; eram 8:30. Pedi que ele saísse na frente. Nos
beijamos por alguns minutos, numa demonstração de que tudo estava claro entre
nós: ele queria e eu, inexplicavelmente, também. Éramos, irremediavelmente,
cúmplices.
Passaram-se dois dias, até que ele chegou em minha casa, pouco depois do meio
dia, dizendo que estava a mando da Joyce, buscando uns documentos.
Vi, na hora, que tratava-se de pretexto para me procurar. Disse-lhe que teria de
esperar um pouco, pois os documentos não estavam à mão, e eu teria que procurar.
- Tudo bem, tia. não tem pressa, só que eu queria levar hoje pra não ter que
voltar amanhã. Posso esperar?
- Não tem problema, Andre... só vou demorar um pouquinho pois não tenho certeza
de onde guardei.
Meu marido, que estava me esperando para me levar de carona até o centro da
cidade, onde tenho escritório, intercedeu na conversa dizendo que não poderia me
esperar, pois estava com horário marcado para atender um cliente.
- Não tem importância, amor... se o André levar esse material para a Joyce eu
nem precisarei ir ao escritório hoje.
Acompanhei meu marido e minha filha até o carro e após um carinhoso beijo de
despedida vi-o se afastar até dobrar a esquina da rua. Quando o carro sumiu, uma
enorme ansiedade tomou conta de mim. sensações que não conseguia identificar.
Ao entrar novamente em casa, ele estava parado no meio da sala. Virei-me, chavei
a porta e num gesto de surpreendente espontaneidade caminhamos apressadamente um
na direção do outro. Nos beijamos, pronunciamos alguns murmúrios ininteligíveis
e nossas mãos passaram a procurar os objetos de prazer que um carregava para o
outro. Enquanto minhas mãos, já por dentro da bermuda, acariciavam
desordenadamente o mastro que já se avolumara, suas mãos se dividiam entre
minhas nádegas, coxas e seios.
- Tia... Tia...
- André, meu filho....aqui não...
- Aqui sim, tia Magda... aqui... agora...
Soltou-me, foi se afastando, desvestiu a camiseta e a bermuda, até se recostar
em uma poltrona estofada, onde iniciou o movimento típico da masturbação. Por
alguns instantes ele próprio acariciava o membro, volumoso como sempre, enquanto
me olhava cheio de erotismo e desejo.
Num gesto de mulher vulgar, passei a me tocar também. Com uma mão percorri
minhas coxas, até alcançar a vagina, com a outra, também por baixo do vestido,
acariciei-me os seios, até que livrando uma alça deixei completamente à mostra.
Procurando ser sensual eu apertava o biquinho entre meus dedos e soltando
risadinhas histéricas e passando a língua entre meus lábios.
Ficamos assim, nos fitando, por alguns minutos. Coincidentemente procurei
completar o clima de orgia que se armava e cantarolei:
- ... na casa da titia.... de noite e de dia, na casa da titia..
- Tira tua roupa, tia... tira de vagarinho..
Enquanto ele se aproximava, passei a tirar lentamente vestido, depois o sutiã,
depois a calcinha, até que ficamos frente a frente, completamente nus, em plena
sala da minha casa. Envolvida pelo clima de libidinagem repeti novamente:
- ... na casa da titia... de noite e de dia, na casa da titia, depois que o
titio saiu...
Ajoelhei-me a sua frente e fiquei com aquele mastro rijo e avermelhado e quente
a centímetros de meu rosto. Abocanhei delicadamente. Ele, também delicadamente
segurava minha cabeça forçando um leve movimento de vai-e-vem. Com a outra mão
acariciava meus cabelos, meu rosto, e vez por outra segurava seu pênis, fazendo
com que eu soltasse de minha boca e batia com ele nos meus lábios, na face.
Riamos baixinho, um riso malicioso, cheio de veneno e sedução.
Passaram-se uns minutos, não sei quanto ao certo. Lembrei do que já havia
ocorrido e falei:
- André, faz na tia aquele carinho do outro dia, lá no escritório...
- Aquele carinho que tu diz é chupar tua buceta, tia? lamber teu cuzinho...
Sorri, meio sem graça e me deitei no chão da sala, sobre o tapete. Ele repetiu
tim-por tim-tim tudo o que havia me feito delirar de prazer, sobre a escrivania
do meu escritório. A sua língua em minhas pernas, coxas, em meu clitóris...em
meu anus. Um prazer arrebatador. Novamente uma viajem alucinante de prazer e
volúpia.
O telefone tocou. Sem sair do lugar, estendi o braço e consegui pegar... atendi,
era meu marido, perguntando se eu não iria ao centro e se estava tudo bem.
- Quem era, tia?
- O Sérgio... querendo saber se estava tudo bem. Se ele soubesse, André...como
está... tudo bem...
- Vamos pra tua cama, tia...lá vai ficar melhor.
- Na minha cama não, André. Pelo menos isso vamos respeitar.
- Ta bem... nada como ser uma boa esposa...
E colocou-se por cima de mim, buscando iniciar a penetração.
- Mas agora manda esposa descansar e põe a putinha no lugar dela...
Era impressionante como eu estava envolvida pelo clima de sexo e prazer, Pois
quando senti que a penetração se iniciava, envolvi minhas pernas no corpo dele,
e puxando-o contra mim forcei uma entrada mais rápida do membro em mim.
Iniciamos um jogo delirante de movimentos, de caricias, de palavras e frases
obscenas, palavrões, insultos, que foram aumentando, aumentando, até que
chegamos ao clímax dessa libertinagem.
- hhhaaannn, tia Magda... mexe, tia... mexe... puta sem vergonha... aiii, tia...
tiazinha.... é do caralho trepa contigo... puta gostosa....
- tu gostas, não é, seu sem vergonha.... então faz, André... faz gostoso... fode
a tua titia puta... a tua coroa gostosa... fode meu gurizinho mimoso... tu é o
sobrinho mais amado do mundo... fode bem essa tua vagabunda...
- Vagabunda... tu é muito puta, tia... puta e sem vergonha... teu marido na rua
trabalhando e tu aqui... na maior putaria... tu não tem vergonha...não tem
vergonha ?? puta...vadia...
Por um segundo, pensei que ele estava dizendo a mais pura verdade. Eu havia
perdido completamente a vergonha. Meu marido na rua, no trabalho, e eu ali
-usando as palavras dele- na maior putaria, abrindo meu lar para a luxuria e a
libidinagem. Olhei em volta e vi a sala de minha casa, lugar onde por tantos
anos convivi com meu esposo, minha filha, meus familiares, sendo agora palco de
uma cena de sexo sem qualquer pudor.
Aquela situação de humilhação me excitava mais ainda. Completamente corrompida,
meu corpo e meu pensamento queriam submeter-se a mais volúpia, mais devassidão,
mais sacanagem. Um pensamento passou em minha cabeça e, consciente da loucura
total, não hesitei: provoquei uma pausa no movimento copular que fazíamos e
falei:
- André, recorda na nossa primeira vez, dentro do carro, quando eu disse que não
tinha mais os seios bonitos como os das meninas, nem a pele sedosa como a delas
???
- Sim, tia....lembro... porque ?
- Porque eu lembrei de uma coisa que ainda é virgem em mim... nunca ninguém
brincou de sexo ali... se tu quiseres vai ser o primeiro..
Ele se fez de desentendido. Sorriu, perguntou o que era. Apesar de todo meu grau
de excitação não me senti a vontade para falar. Sai fora da penetração em que
nos encontrávamos, levantei e caminhei até o banheiro. Voltei trazendo um tubo
de creme hidratante, deitei-me no mesmo lugar, próximo a ele, porem de bruços e
virei levemente o rosto para perguntar:
- Entendeste, meu bicinho?
- Não, tia Magda...não entendi...
Mas me dei conta que estava apenas querendo erotizar ainda mais, pois com a mão,
passou a acariciar minhas nádegas, até encontrar o anel de meu ânus, onde passou
a roçar levemente o dedo...
- ... é isso, tia... é teu cuzinho que tu guardou virgem pra mim ? é o teu
rabinho que nunca ninguém comeu e agora eu vou foder pela primeira vez...??? ...
responde tia... ...é o cu, tiazinha??? ...responde, cadela... é no rabo que tu
que leva pica???
- De vagar, André... a tia nunca fez... tenho medo que doa...
E nesse nível de conversa, mesclando palavrões com elogios as minhas coxas, ao
meu bumbum, ele passou a untar o pênis com o creme que eu havia trazido.
Derramou um pouco em meu rego e com o pênis mesmo, em lentas pinceladas,
lubrificou meu botão anal.
Então, vagarosamente, foi introduzindo o falo em meu ânus, último reduto
inexplorado de meu corpo de senhora. Mesmo com alubrificação abundante a
penetração me provocava uma sensação de ardência e um pequeno dolorimento no
orifício invadido. Ao contrário do coito vaginal, que ele sempre fazia com
determinação, agora ele introduzia lentamente, sem o vai-e-vem característico.
Suas palavras mesclavam cuidado e incentivo. Cuidado, para que eu não me
sentisse demasiadamente pervertida e incentivo erótico, para que eu me
permitisse viver o momento com envolvimento e prazer.
- ...ai, tia... que gostoso...bem quentinho...bem apertadinho... posso meter
mais, tia?
- mete...devagarinho, amor...
- que tu tá sentindo, tia? é gosto? é bom?
- é bom, amorzinho...mas vai devagar....devagar...assim...
Então ele demonstrou todo seu grau de excitação:
- ... puta que pariu, tia Magda...que coisa do caralho...que tesão.. que tesão
que dá cumê teu rabo....puuutaaa... tu é foda, mulher...tu é muito foda, tia...
- ai, amorziiinho... foi tu que me deixou assim, André... tu que me leva a
aceitar essas coisas. É tu que me enlouquece com isso, André...
Esse pequeno dialogo demonstrou que estávamos entregue àquela luxuria e que eu
estava aceitando, gostando, querendo aquele prazer até então desconhecido.
Os movimentos se intensificaram e senti que seu pênis estava totalmente
introduzido em meu anus. A ardência e o dolorimento que referi antes se tornaram
um pouco maiores, mas longe de ser um desconforto passaram e ser uma sensação de
prazer. Sentia sua volumosa massa peniana abrindo caminhos entre minhas nádegas,
rasgando minhas entranhas, perfurando meu anus.
De repente paramos de falar e apenas sussurros e murmúrios se misturavam no ar
com o som dos nossos corpos em choque. A batida de seus coxas nas minhas, seu
púbis com minhas nádegas, formaram um concerto erótico enlouquecedor. Não
consigo descrever a cena, à medida que aumentava o movimento aumentavam os
gemidos e os ruídos do choque de nossos corpos.
Em um determinado momento, ele colocou uma das mãos em minha nuca, forçando com
que eu encostasse o rosto no chão. Em função disso, meu bumbum ficou ainda mais
empinado e meu anus ofereceu uma abertura maior permitindo, assim, que com uma
estocada firme ele atingisse a penetração total.
A flexão intensa provocou sons como se eu estivesse soltando gases, ensejando
nele um comentário entre erótico e depravado:
- Peida, putona, peida...
Envolvida pelo clima eu olhei para trás com um sorriso de cumplicidade:
- ...ai, André, que vergonha...
- Vergonha é roubar e não poder carregar, tia... e tu ta carregando meu pau
inteirinho no cu...
Meu orifício anal completamente dilatado permitia que ele tirasse o membro de
dentro e colocasse novamente sem qualquer resistência.
- Aqui "ta tudo dominado", tia... teu cu se alargou...tá um cuzão pronto pra
recebe meu pau.
E, então, introduzindo até minhas entranhas se sentirem tocadas, entre uma e
outra estocada, teve um orgasmo como eu jamais havia visto, em intensidade e
quantidade. Por longo tempo senti o latejar de seu pênis dentro de meu anus.
Isso, aliado aos movimentos e às palavras de baixo calão que pronunciava
tornavam claro que estava em alto grau de excitação e gozando intensamente.
- hhhuuummmm.... tia..... to gozando...hhunnn...mexe...mexe tia Magda... mexe
puta sem vergonha....rebola teu cu, tiazinha....remexe esse cu cadela
puta...puta....puta... muito puta......aaiii.. tia...vo enche teu cu de
porra....toma leite no cu, tia...ooooiiiiiioooooiiiiiiiooooooiiiiiiii......
E desmoronou por cima de mim. Sua respiração ofegante em minhas costas era a
prova de que havia ido às altura. O esperma escorrendo em minhas coxas era
abundante, e quando ele desentroduziu seu membro de mim, um enorme torrente
escapou de dentro e rolando por minhas pernas, inevitavelmente acabou caindo no
tapete. Por muitos dias seria a lembrança daquela tarde.
Caminhei até o banheira, me secando com o próprio vestido. A visão dele, deitado
no chão, o pênis já flácido, mostrava a figura de um guerreiro vencido. Um
guerreiro do sexo, vencido pelo prazer.
Olhei o relógio, já era quase quatro foras da tarde. Havia duas horas que
estávamos ali. Eu não havia atingido o orgasmo, mas temi em ficar mais tempo em
situação tão arriscada. Expliquei meu receio e pedi que fosse. Vestiu-se e nos
despedimos.
No banho, fantasiei com sua lembrança e minhas mãos cumpriram a tarefa que seria
dele. A frase que ele pediu que eu pronunciasse para sonorizar suas sessões de
masturbação pensando em mim, naquela tarde veio em meu benefício.
Ensaboei delicadamente minha vagina e introduzi meu dedo médio...
- ...me fode, Andre... me fode cachorrinho da tia....
Nesse dia não fui ao escritório. Havia algumas coisas que poderia resolver de
casa mesmo e decidi que assim faria.
Mas não foi fácil organizar idéias para as tarefas que pretendia. Um turbilhão
de pensamentos e sensações iam e voltavam à minha cabeça, a medida em que alguma
coisa me lembrava o que estava acontecendo.
Casualmente, ou não, coloquei naquela tarde o mesmo vestido que usava quando
tudo iniciou, dentro do carro, naquela rua escura. Assim, varias vezes,
intercalando com o que estava fazendo, eu me analisava o corpo. Seguidamente,
deixava de lado o trabalho e levantava o vestido, olhava minhas pernas, minhas
coxas, tocava meus próprios seios, procurando descobrir que tipo de encantamento
eu poderia ter despertado naquele jovem, acostumado a conviver com meninas com
pelo menos 25 anos a menos que eu. Seria algo da minha pele, do meu cheiro, do
meu contorno físico ???
Ou seria o erotismo da situação, por eu ser mais velha que ele, por se casada,
ou por ser, afinal, o que é mais chocante, tia dele??? Apesar da reposta não ter
nenhum significado prático diante dos fatos, eu me perguntava o que estaria
movendo a sua libido: transar com uma mulher que, apesar de ser mais velha, lhe
despertava uma atração física ou a simples fantasia de estar transando com a
tia...
E eu ??? Que jogo de sexualidade havia me envolvido??? Que desvio havia feito eu
sair do meu caminho de mulher madura, esposa e tia para ser uma amante
permissiva de meu próprio sobrinho, um adolescente com menos da metade de minha
idade ???
Mais tarde, por volta das oito horas da noite, quando meu marido e minha filha
chegaram, o clima familiar fez pesar ainda mais a situação criada e vivida. O
jantar, a novela, os comentários sobre os acontecimentos do dia...tudo...sempre
interrompidos pela repentina imagem do que eu havia vivido ali, naquela sala.
Antes de dormir o "filme" passou todo em minha cabeça.
Durante três dias não tivemos contato, até que na Sexta-feira, por volta das 2
horas da tarde meu celular chamou e reconheci o número da casa de minha irmã.
Mantivemos o seguinte diálogo, que deixou bem claro que já não tínhamos segredos
um com relação ao desejo do outro:
- Oi, tia, sou eu...não deu pra ligar antes porque durante a semana a mãe me
encheu o saco pra fazer um monte de coisas pra ela. Mas não vai pensar que
esqueci...to morrendo de vontade...e a senhora???
- André, meu filho...não sei se não tínhamos que dar um fim nessa loucura....
- Tia, tu que sabe, eu não quero forçar nada...mas depois de tudo que a gente já
fez... vamos ter cuidado, a gente não precisa se riscar. Agora, por exemplo, a
mãe e o pai foram pra casa da vó, em Caxias, a Adriana pra casa do Alexandre
(namorado de minha sobrinha) e eu to sozinho aqui...vou ficar toda a tarde
aqui...sozinho...vem pra cá...a gente já trepou na tua casa...vem, pra gente
trepar aqui...agora...
- Não, meu filho...seria arriscar demais...não...
- Então me pega aqui perto de casa...tia ... eu to querendo demais, tia...
depois de comer o teu cuzinho eu não consigo parar de pensar nisso...( risos )
ainda sinto o cheirinho do teu cu no meu pau...quero de novo...tu não quer mais?
não sente mais vontade?
- André, vai na parada que fica depois do super, pra eu não ter que ir muito
perto da tua casa...em 20 minutos eu passo lá.
Estávamos dando mais um passo. Todas as vezes em que haviamos nos encontrado
eram fruto de ele ter me procurado; agora eu estava me propondo a buscá-lo.
Estava deixando meu trabalho, e indo em busca do sexo. Isso, evidentemente, me
fez ver que as coisas estavam tomando proporções enormes.
Em breves minutos estava no local combinado. Rumamos para um motel existente nas
proximidades. Entramos e antes de entrarmos no apartamento ficamos uns minutos
dentro do carro, revivendo as cenas do primeiro dia.
Como a garagem do apartamento era fechado pudemos nos entregar a muitas
carícias. Senti que o sexo oral no carro o excitava muito, e a mim também.
- -...aiii, tia....puta que pariu...que coisa mais boa....chupa, tiazinha...
chupa meu pau...
Ficamos alguns minutos, mas eu estava curiosa demais para entrar. Jamais havia
entrado em um quarto de motel.
Não era luxuoso, mas bem decorado, com espelhos por todos os lados, cama redonda
e uma música orquestrada bem baixinho. Ele levantou o volume do rádio e nos
enlaçamos. Iniciamos uma dança e, peça por peça, fomos nos despindo. Ele baixou
minha calcinha ao mesmo tempo em que baixava sua sunga.
Ao desnudar-se, seu membro, duro, ereto, latejante e quente saltou aos meus
olhos. Eu estava quase ajoelhada. com o rosto na altura de sua cintura, de
maneira que para aproximar seu membro de meus lábios ele apenas fez uma leve
pressão na minha cabeça contra seu corpo.
Me entreguei a mais liberal prática sexual que jamais imaginei ser capaz. Nunca
pensei que depois de viver casada tantos anos fosse me permitir tal
comportamento. Beijei, suguei, ou como certamente preferirão os leitores,
chupei, lambi, engoli profundamente, até encostar em minha garganta. Lambi a
glande, o dorso, os testículos e de maneira despudurada fala coisas, erotisando
muito mais o momento:
- Aiii, filinho... hoje a tia esta completamente louca por sexo...vou te fazer
ver estrelinhas, meu bicinho amado...
- Então faz, tia...chupa meu pau com vontade...chupa,
tiazinha...chupa....aiii...tiiiaaa...é do caralho mulher...que boca santa tu
tem....puta merda, tia...chupa....chupa mais......tu é demais...tia....
- ...tu gosta, amadinho...a tia sabe que tu gosta...por isso a tia Magda faz
gostoso pra ti....bicinho...amado...
- -...tia, liga a TV, põe no canal pornô...
Subi na cama para alcançar o televisor e ele me segurou pela sintura, passando a
lamber minhas coxas, minhas nádegas até que sua língua se alojou no meio de
minhas pernas, na... - bem, já que me dispus a relatar tanta coisa vou faze-lo
na linguagem adequada - sua língua passou a lamber delicadamente minha buceta.
Continuamente, ele passava a língua em minha buceta e meu anus, enquanto com as
mãos sugeria que eu rebolasse levemente.
Quando sintonizei o canal pornô, a cena era a seguinte: duas mulheres loiras
faziam sexo com um homem negro. Ambas chupavam sensualmente seu pau. De fundo,
uma musica erótica. Passei a rebolar no compasso da música...
- rebola, tia...rebola que eu vou dá um banho de língua na tua buceta e no teu
cuzinho..
- aii, André....a tia não agüenta mais de vontade...vem....
- E jogando-me na cama, chamei-o para a penetração.
- -...vem, meu bicinho...vem amadinho da tia...me fode André, me fode
cachorrinho da tia...
Não tenho como descrever o que aconteceu. Foram momento de extrema luxuria,
erotismo e excitação. A volúpia da maneira como me penetrava, me dava uma
sensação de prazer jamais sentida. Novamente aquele jogo de movimentos, o atrito
dos corpos e principalmente aquele pênis, ou como preferem, aquele pau
introduzido até o último centímetro...eu o sentia todo dentro de mim....
Experimentamos varias posições. Eu estava a vontade, me sentia segura no motel e
pude liberar totalmente minha libido. Imitando a cena do filme pornô, fiz com
que ele deitasse de costas e sentei, literalmente, sentei em seu pau, que com o
peso do meu corpo foi penetrando rapidamente, até bater no fundo de mim.
Loucamente, desvairadamente, rebolei, mexi, tanto...tanto, que tinha a impressão
de arrancá-lo do ligar. Mas ele permaneceu ali, duro, rigidamente duro, até que
tomada por um prazer incontrolável senti o orgasmo se aproximar. Gritei, gritei
como louca...
- ..aaaiiiiii, André....faz...faz mais forte....fode...fode no fundo....fode
essa
cadela.....da.....tua....tia...fode...meu.....bicinho...fode....meu...cachorrinho....oooiiiiiiiii.......oooooooiiiiiiiiiiiii
- ..isso, tia....isso cadela...vagabunda...mexe.. sente o caralho...sente puta
sem vergonha. eu também vou gozar, tia...vou encher essa buceta de
porra...mexe...
Não foi um orgasmo, simplesmente. Foi uma torrente. Nos instantes em que estava
tendo o orgasmo viajei pelo céu, pelo inferno, por todos os lugares de onde uma
mulher pode extrair o gozo, o prazer. Por alguns minutos ficamos em silêncio,
ouvindo apenas os gemidos e a música do filme pornô.
Realmente, o sexo com ele me colocava fora dos sentidos: havia se passado duas
horas que estávamos ali. Levantei-me e fui tomar banho. Embora ele tivesse
gozado fora dentro de mim, sentia um forte cheiro de esperma, ao qual não estava
acostumada.
Fui ao banheiro, liguei o chuveiro e quando entrei no box ele veio junto.
Imaginando a reação que ele poderia ter, passei a ensaboar e lavar seu pênis.
Logo ficou duro novamente. Eu estava desejosa do anal, que ainda não havia
acontecido, por isso cobri-lhe com a espuma e me virei de costas. Ele entendeu
minha intenção e após umas pinceladas nas nádegas e no orificio anal, iniciou
uma penetração lenta, que com a ajuda da espuma foi deliciosa...muito
deliciosa...leve e prazerosa.
- Aaii, meu filhinho...vai fundo...vai...
Tão rápidas e continuas estocadas que logo nos encaminhamos para novo orgasmo. A
sensação de penetração anal combinada com a masturbação que ele fazia em meu
clitóris produziam um sentido de prazer enorme que rapidamente me fizeram
gozar...gozar....como jamais imaginei.
- aiii....mimoso...fode fundo...fode.....faz mais for-te....aiii....oooiiii....a
tia vai gozar, meu amorzinho...faz....faaazzz....
- -...hhunnn.....tiiaa....rabo gostoso...cu gostoso...vou botar leitinho no teu
cu.... aaiiii...puta....mexe esse rabo vagabunda....mexe cadela....mexe
cadela...mexe pra tomar no cu....tomando no cu e gostando....toma, puta....toma
no cu....
Até que não resistimos e jorramos o líquido do prazer que aquilo tudo produzira.
O dolorimento leve que ficou foi o troféu que guardei comigo pelo resto do dia.
A noite, em casa, assistindo a TV antes de dormir, ainda sentia os reflexos da
tarde. Antes de deitar, ao passar uma pomada, senti que o orifício estava
dilatado e incrivelmente, embora no recinto familiar, tive vontade novamente de
sentir aquele falo devastando meu anus. Ou como preferem, meu cu.. ou como ele
diz, meu rabo.
Naquela noite dormi com este desejo, mas não perderia por esperar.
Notadamente minha vida tomou um rumo totalmente distinto do que sempre imaginei
para mim. O relacionamento com André passou a ocupar uma lugar de destaque em
meu dia-a-dia e o desejo de sexo tornou-se mais intenso e seguido. Como já
acontecera anteriormente, agora não apenas ele, mas eu própria também tomava a
iniciativa de ligar para convida-lo a que me encontrasse.
Foi assim que descobri a internet. Mais de uma vez, em meio a uma tarde de
trabalho, eu me desconcentrava no que estava fazendo e ligava. O posto de
gasolina perto da casa dele, onde costumava pegá-lo tem um terminal de
computador com acesso disponível e seguidamente combinávamos de entrar para
conversar. Além de ser muito mais seguro do que falarmos por telefone podíamos
armar um jogo erótico através dos diálogos e principalmente das páginas que ele
me ensinou a visitar. Essa prática caminhava sempre para uma enorme excitação e
desejos recíprocos. Combinávamos e eu o pegava no local de sempre.
Já não havia horário. Bastava a lembrança de uma carícia e a possibilidade de
senti-la novamente para que eu provocasse novo encontro.
Certo dia, já estava em casa, por volta de vinte horas, talvez um pouco mais,
meu marido já havia retornado do trabalho e minha filha saído para a faculdade,
quando uma cena de certo erotismo em um filme da TV provocou minha libido.
Simulei um telefonema, disse ao Sérgio (meu esposo) que uma das colegas de
escritório precisava urgentemente de uma ajuda e saí de casa com essa desculpa.
Assim que entrei no carro liguei. Havíamos combinado que quando eu ligasse e a
Joyce ou o pai dele atendesse eu desligaria e ele procuraria uma maneira de me
ligar para saber que o estava procurando. Foi o que fiz, chamei três vezes para
despertar a tenção e esperei seu retorno. Não demorou muito e meu celular tocou,
reconheci o número:
- Oi, Tia... foi tu que ligou ?
- Oi, André... sim... fui eu.
Embora a lubricidade já não fosse novidade em nossa relação eu ainda sentia
certo constrangimento nas primeiras palavras de cada telefonema ou encontro, por
isso fiz um certo silêncio após confirmar que tinha sido eu. Ele completou:
- Fala, mulher... tu tá querendo namorar ? ( risos de ambos os lados)... se é
isso pode dizer porque eu também tô bem a fim.
- ...tá.... me espera na esquina do posto. To passando ai...em vinte minutos to
ai...
- vem ligeiro, Tia... to com tesão... vem ligeiro.
Quando dobrei a esquina da rua em que combinamos já o avistei. Ele reconheceu
meu carro e caminhou na direção em que eu vinha. Parei, ele entrou e nos
enlaçamos ali mesmo num longo beijo.
- André, aqui não, amado....é muito perto da tua casa. Aonde vamos? Eu não posso
demorar, disse para o teu tio que ia dar apoio pra Rosane, que trabalha
comigo... não posso ficar muito tempo.
- Vamos para o estacionamento do super...
- É muito arriscado no estacionamento, amor...não é?
- Não tia...não é... eu já fiquei lá... tem um local longe.. é bem tranqüilo.
Realmente, havia um local do estacionamento, longe do prédio do supermercado.
Sob umas arvores, penumbroso e distante do movimento de clientes. Parei o carro
e nos entregamos um ao outro.
- André, não agüentei... tive que ligar....
- Bem que tu fizeste, Tia... eu também tava louco pra te ver....só não liguei
porque sabia que tu já devia estar em casa... tu sabe que eu to sempre
querendo...to sempre com tesão.
Eu havia me vestido de acordo com minhas intenções ao sair de casa. Usava uma
saia solta e uma blusa leve. Assim, após trocarmos um beijo quente e molhado,
sua língua foi lambendo sensualmente minha orelha, meu pescoço, ombro, peito, e
sua mão baixou minha blusa, deixando à mostra meus seios, cujos mamilos
arrepiados e pontudos demonstravam minha excitação. De fato, a carícia nos seios
me deixava muito inflamada.
Ao mesmo tempo em que beijava e mordiscava meus peitos, sua mão percorria minhas
coxas. Sofregamente, puxou minha calcinha que deslizou por minhas pernas até o
piso do carro. Livre, pude abri-las e sentir sua mão aproximando-se de minha
xoxota. Quando tocou meu clitóris não pude deixar de exprimir um gemido e
supliquei que acariciasse daquela maneira:
- ... Hooooiiii, André.... assiiimmm... faz assim na tiazinha...
- faço, tia...faço tudo que tu quiser, minha tiazinha gostosa, minha tesão...
faço isso e muito mais... tudo que tu quiser, minha puta...puta... muito
puta...adoro quando tu fica bem puta, Tia Magda... adoro te ver bem puta, bem
vagabunda...querendo sacanagem...querendo faze putaria...
- seu louco....é tu que me deixa assim, meu gatinho...é pra ti que eu fico bem
puta, bem vagabunda. Só por uma coisa amada como tu é que eu me arrisco a ficar
aqui, bem puta, bem vagabunda fazendo putaria e sacanagem num estacionamento...
- então já que tu é vagabunda e puta e topa fazer qualquer coisa em qualquer
lugar vem aqui, vem chupa meu pau... adoro que tu chupe meu pau, tia....
vem...chupa...
Ele também livrou-se da bermuda. Como sempre, seu pênis duro, quente e latejante
ficou vertical a minha frente e demonstrando mais licenciosidade, antes de
abocanhar, eu beijei o dorso, os testículos e a cabeça. Lambi com ternura e
decisão todo aquele mastro ereto e senti que esse tipo de carícia provocou nele
grande excitamento.
Ao iniciar propriamente a "chupada" engoli-o até o tronco. Sentindo-o todo em
minha boca, iniciei um movimento para cima e para baixo e por vezes sentia tocar
minha garganta. Para recuperar a respiração, eu parava a sucção; era quando
minha saliva escorria pelos cantos da boca. Uma verdadeira "baba" deslizava por
meus lábios, meu queixo e ficava ligada ao falo por um fio viscoso. Ao retomar o
fôlego, eu recolhia com a língua a saliva que escorria, recolocava na cabeça do
pênis e tornava a esparrama-la. Assim reiniciava a "chupada" , Esse movimento
era comandado por sua mão em meus cabelos.
Em meio a toda aquela luxúria daquele momento vi no peinel do carro o horário e
tive a lucidez de lembrar que não poderia demorar mais e pedi:.
- André, amado... a Tia não pode demorar mais...vamos? vamos fazer aqui mesmo?
Rapidinho...vem... vem meu gatinho...outro dia a gente fica brincando mais
tempo... vem...coloca...
Coloquei-me em posição de ser penetrada. Reclinei o banco, joelhos no assento e
debruçada sobre o encosto fiquei com os quadris e as nádegas arrebitados, de
maneira a facilitar a entrada.
Com certa dificuldade, devido ao pequeno espaço entre o banco e o painel do
carro, ele colocou-se atrás de mim, segurou minhas nádegas e disparou uma
pergunta direta e despudorada:
- Tia, tu quer no cu ou na buceta ?
- Tu queres no cuzinho, amado ? tu gosta, não é?? se tu queres no cuzinho tudo
bem..., mas põe logo, André... já estou me demorando demais...
Eu estava completamente encharcada. Aqueles minutos de profunda erotização
haviam provocado intensa lubrificação. Duas ou três pinceladas de seu pênis em
meus lábios vaginais e na borda do ânus, zonas altamente erógenas para mim,
intensificaram ainda mais o clima de libidinagem e em uma decidida estocada
senti seu pau embrenhar-se por minhas entranhas.
Comprovando que meu comportamento havia sofrido grande alteração, o sexo anal me
dava enorme prazer. Sabia que aquilo significava depravação, perversão e me
regozijava, me deliciava com aquela penetração quase violenta. O dolorimento
leve e a ardência gostosa que sentia me davam uma deliciosa sensação.
O pênis impiedosamente varava meu sulco anal. Iniciou-se um intenso vai-e-vem,
com seu barulho característico da carne contra a carne, dialogávamos palavra
soltas, eróticas, xulas, misturávamos expressões de carinho com palavrões e
despudoradamente, eu própria me acariciava o clitóris, me masturbando, a fim de
ajudar atingir o orgasmo.
Meu rosto colado ao estofamento quase sufocava meus murmúrios.
- ...huuhhuuummm....hhaannhhaaann... aaiii, meu gatinho... assim...assimmm...
faz...faz...forte....
- ...hhuunnn, Tia... que tesão.... cu gostoso.... rabo gostoso.... hhhuuunnnn...
puta que pariu, Tia.... é do caralho cume teu cu...que rabo....hhhuuuunnn.
...hhhuunnnn..... tu gosta de dá o rabo, Tia???? Tu gosta de sê enrabada???
Gosta de dá o cu??? Gosta??? Gosta???.....fala cadela.... fala....fala
vagabunda.... diz que tu gosta de toma no cu, puta... diz...diz.... diz que tu
gosta de sê enrabada... cadela...puta...vadia...vagabunda
- aaaiiiii....Andrééé..... eu adoro, meu bicinho...adoro....adoro dá esse
rabo... adoro dá o rabo pra ti meu amor... aaiii, André....põe... põe
tudo...tudo...no fundo...oooiiiii....
- fala do teu cu, Tia Magda... fala se tu gosta de dá o cu pra
mim...fala...fala...diz...
- eu gosto, meu amor....eu gosto de dar o cu....gosto de dar o cu pra ti, meu
amorzinho... meu gatinho... gosto de sentir essa pica no meu cu....gosto...gosto
muito...gosto de ter o teu caralho todo no meu cu...rasgando meu cu...fodendo
meu cu... adoro te dá o cu..meu homenzinho... meu amante... aaiii...mimoso da
Tia... fode....fode com força, André.... me fode meu caranhão.... me fode
cachorrinho da tia, arreganha esse cu... mete todo teu pau no meu cu, amor...
amorzinho... meu macho....minha loucura.....meu pecado... meu fodedor...
Só parei de falar quando ele aumentando as estocadas inundou meu anus com seu
esperma e me fez, também, gozar intensamente. Por alguns segundos depois do
orgasmo, ainda ficamos grudados e nos elogiando mutuamente pelo prazer que
dávamos um ao outro.
É certo que bem distante, mas conseguia ver, de dentro do carro, o entra e sai
das pessoas no supermercado. Nenhuma delas fazia a menor idéia do que acabara de
acontecer naquele veículo estacionado na penumbra, fora do alcance de seus
olhos.
Deixei-o no mesmo lugar onde o havia encontrado e rumei para casa o mais
depressa possível. Tudo aquilo havia durado quase duas horas.
Felizmente meu marido não fez qualquer indagação sobre o que eu dera como
desculpa para sair e, fiquei tranqüila em saber que não havia deixado motivo
para que fosse levantada qualquer suspeita.
mais nãoparou por ia poiseu achei tão bom que estamos juntos a dois anos e mesmo
assim tenho medo